lisura

Registo o teu rosto na memória
dos dias que não foram nossos.
em pinceladas vagas desenho-te
sem limite nem fundo
e perco-me em delírios
de cor.
Sonhar-te é ficar no silêncio
Das manhãs claras.
Expectante de madrugadas ciciadas
A alma tem a lisura da paz.
t.b.
28 Agosto, 2010
Etiquetas: eu

0 Comentários:
Enviar um comentário
Subscrever Enviar feedback [Atom]
<< Página inicial